Minha impressão é que seu prognóstico é bom. O laudo descreve uma fratura estável do maléolo lateral, sem desvio e sem lesões ligamentares importantes, o que frequentemente permite tratamento sem cirurgia. O aspecto que merece atenção adicional é apenas a possível fratura na base do segundo metatarso, que pode justificar um exame específico de R.M. do pé se houver dor localizada nessa área.
Até retornar ao ortopedista, eu recomendaria tratar esse tornozelo como se a fratura precisasse ser protegida, já que ela existe e, embora pareça estável, ainda está em fase inicial de consolidação.
A conduta mais prudente é:
-Usar uma bota imobilizadora (Walker), evitando movimentações desnecessárias do tornozelo.
-Evitar apoiar o peso no pé ou, se o apoio for inevitável, fazê-lo apenas parcialmente e com auxílio de muletas ou bengalas, até a reavaliação.
-Manter o membro elevado sempre que possível, acima do nível do coração, para reduzir o edema.
-Aplicar gelo por 15 a 20 minutos, 4 a 6 vezes ao dia, protegendo a pele com um pano. Não realizar massagens nem tentar “soltar” o tornozelo. Evitar dirigir, subir escadas repetidamente ou fazer caminhadas longas.
-Para dor, podem ser utilizados analgésicos usuais. Os anti-inflamatórios podem aliviar a dor.
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Fora isso, o laudo é tranquilizador: a fratura parece sem desvio, os principais ligamentos estão preservados e não há ruptura tendínea. Essas sãocaracterísticas que frequentemente permitem tratamento conservador, sem cirurgias, com boa recuperação.
Há muitas especialidades médicas para as quais ainda existe demanda de profissionais, sobretudo no nordeste. Dentre elas se destacam: Geriatria, Psiquiatria, Neurologia, Endocrinologia pediátrica, Neuropediatra, Reumatologia, Radiologia Intervencionista, Patologia, Anestesiologia, Arritmologia, Cardiologia, Oncologia Clínica, Neuroradiologia, Medicina da Dor, Medicina do Sono, Ginecologia (sobretudo da área de endometriose) e Medicina Reprodutiva (Reprodução humana assistida).
O caso do seu irmão é preocupante e pede uma avaliação por reumatologista, o quanto antes. Não apenas pela gota, mas porque o conjunto de sinais pode indicar uma doença inflamatória mais complexa.
O que mais chama atenção:
-Psoríase + dor articular indicam forte suspeita de Artrite psoriásica, a qual pode causar destruição das articulações.
-Nódulos nas mãos e pernas podem ser tofos da gota, especialmente se a gota está sem controle, mas também podem representar nódulos reumatoides, ou outra condição. Só a ultrassonografia ou biópsia conseguem definir.
-A síndrome do túnel do carpo pode coexistir com doenças inflamatórias como artrite reumatoide, artrite psoriásica ou gota.
Gota e artrite psoriásica podem coexistir.
Quanto à alergia ao medicamento para tratamento da hiperuricemia, frequentemente existem alternativas conduzidas por reumatologista experiente.
Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881), esclareça suas duvidas e agende sua consulta com reumatologista.
Comece pelo Dr. Pedro Coimbra (999820037), pois é um ortopedista sério, íntegro e competente. Ele irá lhe orientar sobre a melhor consulta a adotar para tratar suas queixas ortopédicas.
No seu perfil do aplicativo Medclub. Qualquer dúvida, ligue ou mande menagem para o Whats do Medclub (3131.1881)
Pelos sintomas que você descreveu, deverá ser dada atenção especial à combinação de dor na penetração + pouca lubrificação, pois isso frequentemente leva à diminuição da libido. Descobrir e tratar a causa da dor costuma melhorar também o interesse sexual.
A situação que voce descreve é mais comum do que muitas mulheres imaginam e tem solução na maioria dos casos. É importante não concluir que a falta de desejo significa falta de amor pelo parceiro. Desejo sexual, dor e lubrificação são influenciados por fatores físicos, hormonais, emocionais e relacionais.
No seu caso, alguns pontos chamam atenção:
1.Dor na penetração desde o início e durante a relação (dispareunia): Essa dor pode fazer o cérebro associar sexo a desconforto. Com o tempo, é natural que o desejo diminua como uma forma de autoproteção.
2.Pouca lubrificação.
O anticoncepcional que você usa, o Adoless, pode contribuir para isso em algumas mulheres. As pílulas reduzem a produção de hormônios ovarianos e podem levar à redução da libido e da lubrificação vaginal.
3.Outras causas físicas que precisam ser investigadas.infecções vaginais; alterações hormonais; vaginismo (contração involuntária da musculatura do assoalho pélvico); endometriose, principalmente se houver dor pélvica ou cólicas intensas.
4.Aspectos emocionais.
Ansiedade, medo da dor, estresse, depressão e experiências sexuais negativas também podem reduzir bastante o desejo.
O QUE FAZER:
-Agende uma consulta com ginecologista para uma avaliação completa, incluindo exame físico. É importante identificar exatamente de onde vem essa dor. Converse com ele (ela) sobre a possibilidade de o anticoncepcional estar contribuindo para os sintomas.
-Não force relações quando estiver com dor. Isso tende a reforçar o ciclo “dor->medo->menos desejo->mais dor”.
-Se houver suspeita de tensão da musculatura pélvica, a fisioterapia do assoalho pélvico pode ser muito eficaz
De modo geral, esse é um bom resultado.
Uma média de 117/83 mmHg no MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial por 24 horas) pode ser interpretada da seguinte forma:
-Pressão sistólica (117 mmHg): excelente, dentro da faixa considerada normal.
-Pressão diastólica (83 mmHg): discretamente acima do ideal (que seria abaixo de 80 mmHg), mas isoladamente não costuma caracterizar hipertensão quando analisada no contexto do MAPA.
Enfim, o resultado do seu exame de MAPA foi bom.
Como todos os seres humanos vivi momentos muito difíceis, que marcaram muito. Talvez o que mais tenha me marcado foi perceber que algumas das maiores decepções não vêm de adversários, mas de pessoas em quem depositamos confiança, afeto e dedicação . Com o tempo, porém, descobri que o sofrimento é um excelente professor. Hoje prefiro guardar as lições e deixar as mágoas para trás.
Aliás, segundo os grandes pensadores a vida ensina que o sofrimento é um preço inevitável da existência. O importante não é evitar as cicatrizes, mas impedir que elas endureçam seu coração. Por isso, procuro transformar experiências negativas em aprendizado. E tanto aprendi que, hoje em dia, nenhum monstro mais me assusta.
Em um senhor de 80 anos com esse quadro, o especialista mais indicado para iniciar a investigação é o Gastroenterologista.
Os sintomas que você descreve merecem avaliação porque incluem uma combinação de sinais de alerta: aumento recente do volume abdominal (“barriga grande”); intestino “parado” ou constipação importante;
pontadas e dores abdominais; outras dores associadas.
Mesmo que exames anteriores “não tenham dado nada”, isso não exclui doenças que podem surgir posteriormente ou que necessitem de exames mais específicos.
O gastroenterologista poderá avaliar causas como: constipação intestinal grave; distensão por excesso de gases; alterações da motilidade intestinal; diverticulite; tumores do intestino ou de outros órgãos abdominais; obstrução intestinal parcial; acúmulo de líquido na cavidade abdominal (ascite), entre outras.
Dependendo do exame físico, ele poderá solicitar exames como: exames de sangue; ultrassonografia, tomografia do abdome; colonoscopia.
Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (31311881) esclareça suas dúvidas e agende sua consulta.
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